Louvai ao Senhor,! Óh minha alma, louva ao Senhor! (Sl 146.1)

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Quem é o povo brasileiro? / Somos um povo sem raça!? Derivamos de miscigenações e de culturas variadas... Dekasseguis ... Um país que tinha por objetivo colonizar, e ainda por cima era racista e preconceituoso.








Com a expansão das plantações de café, faltava mão-de-obra na zona rural paulista no final do século XIX e no início do século XX. A economia cafeeira foi o grande motor da economia brasileira desde a segunda metade do século XIX até a década de 1920.
Japão, que só tinha se aberto para o comércio mundial em 1846, até então era considerado muito distante física e politicamente do Brasil. O primeiro Tratado da Amizade, Comércio e Navegação entre Brasil e Japão foi assinado apenas em 5 de novembro de 1895.
Além disto, a política de imigração brasileira era executada não só como um meio de colonizar e desenvolver o Brasil, mas também de "civilizar" e "branquear" o país com população europeia.[8] A imigração de asiáticos foi praticamente proibida em 1890. Neste ano, o decreto nº 528 assinado pelo presidente Deodoro da Fonseca e pelo ministro da Agricultura Francisco Glicério determinava que a entrada de imigrantes da África e da Ásia seria permitida apenas com autorização do Congresso Nacional. O mesmo decreto não restringia, até incentivava, a imigração de europeus. Somente em 1892, foi aprovada a lei nº 97 que permitia a entrada de imigrantes chineses e japoneses no Brasil e, assim, o decreto nº 528 de 1890 perdeu seu efeito.[9]
O preconceito contra o recebimento de imigrantes asiáticos era muito forte. Todos os asiáticos eram considerados raças inferiores que prejudicariam o "branqueamento" que ocorria no Brasil com o recebimento de imigrantes europeus. Havia também o medo do "perigo amarelo", isto é, que as grandes populações de orientais se espalhassem étnica e culturalmente pelas Américas. O medo do "perigo amarelo" tinha sido exacerbado pelo expansionismo militarista do império nipônico que, buscando conquistar terras para colonizar, derrotou a China em 1895 e a Rússia, em 1905 (a terceira derrota de um país europeu em frente a um não-europeu nos tempos modernos, a primeira sendo a Invasão Mongol na Europa em 1241, a segunda a Itália perante a Etiópia em 1896). Finalmente, havia o sentimento de que o imigrante japonês era um "quisto inassimilável" devido a seus costumes e religião.[10]

Apesar do preconceito, a necessidade de mão-de-obra era muito grande e a vinda de um navio com imigrantes japoneses começou a ser planejada para 1897. Entretanto houve uma crise de superprodução cafeeira nesta época, os preços internacionais desabaram e a vinda de imigrantes foi então desestimulada.[12]



Por volta de 1901, os preços internacionais do café haviam se recuperado e o governo do Brasil voltou a estudar o recebimento de imigrantes japoneses. O encarregado de negócios da primeira missão diplomática brasileira no Japão, Manuel de Oliveira Lima, foi consultado e deu parecer contrário ao projeto de recebimento de imigrantes japoneses. Escreveu então ao Ministério das Relações Exteriores alertando sobre o perigo de o brasileiro se misturar com "raças inferiores.[10]

Em 1902, o governo da Itália proibiu a emigração subsidiada de italianos para o Brasil. As fazendas de café sentiram uma grande falta de trabalhadores com a diminuição da chegada de italianos e o governo brasileiro aceitou o recebimento de imigrantes japoneses. Em1907, o Brasil criou a "Lei de Imigração e Colonização"[7] que regularizou a entrada de todos imigrantes e acabou definitivamente com as restrições do decreto nº 528 de 1890.[9]

Em novembro de 1907, o empresário Ryu Mizuno firmou um acordo com o Estado de São Paulo pelo qual seriam trazidos 3.000 imigrantes japoneses para trabalhar como agricultores.[12] Este contrato pode ser considerado como o marco inicial da imigração japonesa para o Brasil.

Fazenda Santo Antônio é uma fazenda do município de Conceição de Macabu, no estado do Rio de Janeiro, hoje, localidade do referido município. Nela formou-se a primeira colônia agrícola japonesa do Brasil,


Os imigrantes viajavam como passageiros de terceira classe, em vapores, que levavam semanas para chegar ao seu destino. Após a chegada ao Brasil e depois de passar pela inspetoria de imigração, os recém-chegados iam para as hospedarias de imigrantes, existentes no Rio de Janeiro, Juiz de Fora e São Paulo, de onde partiam para as fazendas de café ou para as áreas de colonização no Sul do país.


Se a imigração representava para o Brasil, uma forma de garantir que territórios, estratégicos fossem assegurados, através da implantação de lavouras e de mão de obra, especializada em agricultura, fica quase impossível , aceitar que essas pessoas, aqui recém chegadas, tiveram que passar por humilhações, e retaliações das mais variadas.



                             Logo o questionamento, se baseia em: 



Que povos somos? 


Será que essa heranças ainda resiste?, e está perdurando por décadas e séculos, 

Melhor dizendo?Por que sempre houve em nosso povo, o "levar vantagem" você também.

Precisamos deixar uma herança melhor aos futuros descendentes de todos os raças...e de todos os povos. 

Que seja apagada a memória pesada, vulgar, traiçoeira e infiel, e excludente.

Que essa memória não se reproduza aqui e agora, e em outras épocas vindouras!!. 

Vergonha nacional.  Parem !!!.

Não queremos retransmitir aos nosso bisnetos os "mensalões" que sempre acabaram em pizzas.... 


Precisamos de mentes brilhantes e ideologias corretas e empreendedoras.

Precisamos de mais Ministros como o Joaquim Benedito Gomes Barbosa!!!





Queremos transferir-lhe imenso sentimento de respeito (pelo bem comum, pela causa alheia...e pela atenção à Nação do Brasil).   PARABÉNS MINISTRO!!!  


Que ocorra uma verdadeira transformação de mentes e pensamentos em prol do bom e do bem...

Não precisamos subir de vida, puxando o tapete de quem está à nossa frente.

Que mundo teremos a deixar aos demais, ainda não nascidos?





Poxa!! 

A Terra não vai acabar nem em 2012, muito menos depois ... nós quem acabaremos...a natureza vai se recuperando de uma maneira ou de outra, se regenerando, ressurgindo, acumulando novos valores, novas epópeias... novos Iluminados de tempos em tempos... creiamos que será possível reverter a treva em luz. O errado em certo... o impossível num possível e real!





                         Se a mente coletiva permanecer como está... o que nos sobrará...



                                                        A algo que poderemos salvar?? 


           O que farão as pessoas quando tudo o que dispuserem do que foram - será apenas nada?? o caos.



                      Toda solidariedade será necessária, e que seja bem vinda...



   A salvação de todos depende que comecemos hoje ... a nossa própria forma de lutar pelo bem comum...



   Pelo bom Deus - que não tenhamos que ficar cientes dessa cena... ainda haverá sol após o ressurgir das luas áridas... dos desmoronamentos  das espécies ... da incompreensão das raças ... do egoísmo nosso de cada dia!




  E que nos momentos de maior pesar e desespero - Quiçá ainda tenhamos força e um lugar - um porto seguro aonde possamos descansar... 




     A paisagem findará , mas a certeza de um novo recomeço permanecerá....



        E uma ajuda virá ... creiamos nisso . Sem que precise o homem sobrepor-se ao outro homem...


                           
                                                    Boa noite...  Obrigadu pela visita...


E agradeço, a todos os povos, que para cá vieram, e ajudaram a transformar esse país num algo a mais... num país que deverá procurar ser o melhor do mundo..em termos de amor e união... objetivando educar os de hoje, a fim de que se possam ser refletidos no espelho do amanhã.    bjoss.






Referências:














Que não haja preponderância entre os homens... negros e brancos sejam sempre iguais!

3 comentários:

  1. Porque cada Magistrado dá o seu parecer diferentemente do outro? Será que é pelo fato de cada uma deles não ter tido tempo hábil para se inteirar de todos os fatos de um processo volumoso com milhares de folhas? Como simples cidadão pergunto: Em que realmente se baseia um Ministro, um Magistrado para dar o seu voto de condenação ou de absolvição? A responsabilidade de um Ministro ao meu ver é muito grande. Assistindo o andamento do processo vejo que os argumentos diferem muito uns dos outros. As provas consideradas robustas, inequívocas, são formuladas pelo visão intuitiva ou pela visão Dedutiva?
    ONDE NASCE A CONSCIÊNCIA?
    NO INTUITIVO OU NO DEDUTIVO?

    \tNós, serem humanos, adquirimos hábitos perniciosos, que nos impedem de sairmos das clausuras onde pensamos que o conhecimento e a verdade ali residem.
    \tNão notamos o quanto fazemos mal a nós e aos outros, simplesmente pelo fato de estarmos tão limitados olhando somente o nosso umbigo, sem, no entanto importar-se verdadeiramente com o próximo, que como nós, também sofre, por ter pouca visão e compreensão das coisas que fazem parte do nosso existir.
    \tPenso que há dois tipos de conhecimentos, o que intuímos e o que deduzimos.
    \tA meu ver o que deduzimos atinge mais o raciocínio, porque a nossa tendência é aceitar fatos como se apresentam aos nossos olhos, considerados analiticamente pelo nosso entendimento que damos o nome de lógica.
    \tO entendimento que vem pelo intuir está além, muito além, da nossa vã filosofia e compreensão lógica. Somos capazes de enxergar com os olhos do espírito, da mente e coração. Acredito que temos o 3º olho invisível onde a nossa percepção alcança de forma diferente, e que está situada entre o ser palpável (material), e o ser impalpável (espiritual).
    \tQual a definição da verdade? O que toca o intelecto ou o coração?
    \tSe você meu querido, minha querida, douto de conhecimentos, que leu até aqui, pode me ajudar respondendo. Pois, eu não sei onde nasce a consciência e o conhecimento puro da verdade. No coração ou na mente? Abraço fraterno.

    Rodrigo da Rosa São Paulo, 03.10.2012.

    http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/ministros-stf/

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  2. Somos esse caldeirão de raças, essa mistura bonita de pele, sotaques e traços fisionômicos.
    Terra da aceitação, terra do amor e da paz.
    Um grande celeiro para sua gente, com mananciais inesgotáveis, rico em praias e outras belezas naturais.
    Tenho fé nesse novo homem brasileiro que está surgindo, com retidão de caráter e esperança no futuro.
    Estamos construindo uma linda nação e temos muito orgulho disso.
    Parabéns, Alicinha, por este espaço cultural brasileiríssimo!
    José Maria Cavalcanti
    www.bollog.com.br

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  3. Deveras...

    Vivemos num conturbado mundo de desigualdades... mas somos seres fortes. Sobrevivemos a inúmeras calamidades, e diferentes ordens.

    A nova Ordem Mundial espera de nós melhorias , e feitos em prol dos menos favorecidos. E é exatamente isso que temos que transmitir aos nosso sucessores...

    Que as nossas intenções sejam compreendidas.. que a Luz paira entre todos os povos e todas as nações, e que os novos governantes venham com propósitos de verdades, e deixem as falcatruas para nunca mais nessa terra.

    Obgdu pela visita e comentário amigo José. abçs

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Até a próxima postagem! ABRAÇOS FRATERNOS ...

A vida segue seu fluxo ... Nada muda sem que você não permita!

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